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Viver no Japão · Método Zairyu

O verdadeiro desafio começa depois que você chega.

Descubra como transformar sua chegada ao Japão em uma vida que você não precise abandonar.

Para brasileiros que querem vir, chegar e construir uma vida no Japão, mesmo sem serem descendentes.

Assista ao vídeo e aprenda 3 coisas essenciais para conseguir ficar

Aula gratuita · 1h36 · 🔇 Toque no ícone de som do player para ativar o áudio

Talvez ninguém tenha te falado isso

Você pesquisa como morar no Japão e sempre aparece a mesma resposta.

Agência de emprego para descendente. Se você não é descendente, esquece.

Foi isso que eu ouvi durante anos. E aquilo me frustrava muito, porque não era uma escolha minha. Era uma porta fechada antes de eu tentar.

Só que não era verdade.

Existe caminho para quem não é descendente. Existe mais de um. E o mais democrático deles é o que eu usei para estar aqui hoje.

Ninguém me contou porque quase ninguém ganha dinheiro contando isso. Eu sei porque cheguei a trabalhar do outro lado desse mercado, em agência, antes de vir morar aqui.

E aí você fica onde muita gente fica: pesquisando há dois anos, salvando vídeo, entrando em grupo, sem saber qual é o primeiro passo. Não é falta de vontade. É que ninguém nunca te mostrou a ordem das coisas.

Por que vale a pena

E o Japão vale.

Vale sair na rua à noite sem medo. Vale deixar a carteira cair e ela voltar para a sua mão. Vale o trem no horário, a regra que vale para todo mundo, o silêncio, a rotina que é sua.

Eu vim de Santo André, trabalhei na 25 de Março desde os 14 anos, e escolhi esse país principalmente por uma coisa: aqui o certo é certo, e não existe impunidade.

É justamente por isso que você não pode errar o caminho. Porque quando o lugar vale tanto assim, voltar dói de um jeito diferente.

在留
O Método Zairyu

Zairyu significa permanecer.

É a palavra que está no cartão de residência que você carrega no bolso todo dia. E é exatamente o ponto.

A maioria das pessoas planeja como entrar no Japão. Junta dinheiro por anos, corre atrás de documento, escolhe escola, compra passagem. E desembarca com um plano que termina no dia da formatura.

Só que o Japão não termina ali. O visto termina.

Ninguém volta para o Brasil porque o Japão é difícil. Volta porque não tinha um plano.

O Plano Reverso

Você começa pelo fim e volta até hoje.

Primeiro decide onde quer estar no ano 3. Só então escolhe escola, cidade, calendário, japonês e dinheiro. Tudo deixa de ser aposta e vira consequência.

← leia da esquerda para a direita

Ano 3

Onde você quer estar, fazendo o quê, com qual status de residência.

Ano 2

O que precisa estar pronto: nível de japonês, inscrição, qualificação, dinheiro.

Ano 1

Aterrissagem, documentos, moradia, banco, rotina, primeiro trabalho.

Hoje

Escola, cidade, calendário e custo. Agora escolhidos com critério.

Se você não consegue responder onde estará no ano 3, você não tem um plano. Você tem uma vontade.

Os seis pilares

Da decisão no Brasil até o dia em que o Japão vira casa.

01

Decisão

Antes de gastar suas economias: qual visto é o seu, o que a imigração pede de verdade, como escolher escola por critério e quanto realmente custa. Inclusive para concluir que talvez não seja a hora de vir — o que é muito mais barato descobrir agora.

Vistos · Escola · Garantidor · Documentos · Calendário · Plano do ano 3

02

Aterrissagem

Os primeiros 30 dias têm uma ordem, porque cada coisa destrava a próxima. Sem endereço registrado não tem banco. Sem banco não tem salário nem celular. Quem sabe a ordem resolve em três semanas. Quem descobre no caminho perde seis meses.

Prefeitura · Zairyu card · My Number · Seguro · Pensão · Banco · Moradia

03

Direitos, deveres e a conta real

O que você é obrigado a pagar, quando vence e o que acontece se atrasar. E do outro lado: reduções, isenções e benefícios que existem e que ninguém vem te avisar. Tem brasileiro pagando integral há anos uma coisa que poderia estar pagando bem menos.

Seguro · Pensão · Impostos · Reduções · Prazos · Cartas

04

Código invisível

A camada que não está escrita em papel nenhum. Aqui a porta fecha em silêncio: ninguém chega em você para dizer que errou, a pessoa continua educada, e você repete o mesmo erro por dois anos. Este é o pilar em que a Hiyori entra com a leitura de quem nasceu dentro.

Rirekisho · Entrevista · Hierarquia · Keigo · Aimai · Etiqueta

05

Permanência

O visto de estudante não é o destino, é um período. O que você faz hoje decide o que vai ser possível daqui a dois anos: renovação, mudança de status, faculdade, senmon, emprego formal.

Renovação · Mudança de status · Faculdade · Senmon · JLPT · Emprego

06

Cotidiano

Porque sobreviver à burocracia não é o mesmo que viver. Onde comprar, como cozinhar com o que existe aqui, como separar o lixo da sua cidade, como montar uma rotina, como lidar com a solidão e como não ficar preso numa bolha brasileira.

Casa · Compras · Comida · Faxina · Saúde · Rotina · Solidão · Vida social

Os cinco primeiros fazem você conseguir ficar. O último faz você querer ficar.

Para quem é

Três momentos. A mesma dúvida.

Ainda no Brasil

Você quer vir, mas não sabe por onde começar.

  • Acha que Japão é só para descendente
  • Não sabe se tem dinheiro suficiente
  • Está perdido entre agência e vídeo solto
  • Tem medo de gastar as economias e se arrepender
  • Não sabe em quem confiar

Você quer saber se é possível para você.

Acabou de chegar

Você desembarcou e descobriu que não sabe fazer nada sozinho.

  • Depende de amigo, escola ou namorado para tudo
  • Olha para uma carta e não sabe se precisa agir
  • Tem vergonha de perguntar o básico
  • Está gastando mais do que planejou
  • Se sente sozinho no meio de milhões de pessoas

Você quer parar de depender.

Já está há 1 ou 2 anos

O relógio do seu visto está correndo.

  • Não sabe o que fazer quando a escola acabar
  • Precisa entender faculdade, senmon ou emprego
  • Já levou susto com imposto e papelada
  • Está cansado de viver de arubaito
  • Não quer voltar para o Brasil

Você quer ficar.

O que você recebe

Não é um curso que você compra e termina. É uma comunidade anual.

Trilhas do Método Zairyu
  • Decisão · Aterrissagem · Direitos, deveres e a conta real · Código invisível · Permanência · Cotidiano
Módulos complementares
  • Japonês com a HiyoriO japonês do balcão, da entrevista e do superior. O que soa grosseiro sem você perceber, e o que uma frase realmente quer dizer.
  • JLPT sem enrolaçãoCom quem chegou ao N1. Porque estudar japonês e estudar para a prova são coisas diferentes.
  • Se relacionar no JapãoAmizade, namoro e vida social com japoneses. Por que ele responde só no dia seguinte, e o que isso significa de verdade.
  • Primeiros 7 diasO guia de emergência para quem desembarca semana que vem.
  • Escolhendo escolaAs perguntas certas, os critérios e as bandeiras vermelhas.
  • Arquivo de perguntasUm acervo pesquisável com o que já foi respondido. E ele só cresce.
Materiais que você abre na frente do balcão
  • Checklists por etapa · Planilha da conta dos 24 meses · Calendário de prazos · Modelo de rirekisho · Frases prontas para prefeitura, banco, imobiliária e hospital · Glossário dos termos que aparecem nas cartas
Comunidade
  • Por momentoAinda no Brasil, recém-chegado, ano 1, ano 2, já trabalhando.
  • Por temaTrabalho, idioma, burocracia, cotidiano, networking.
  • Por regiãoPorque procedimento de prefeitura muda de cidade para cidade.
  • SenpaiQuem já se formou, já trabalha, já mudou de visto, já passou por onde você está passando.
Ao vivo e sempre atualizado
  • Encontro mensalCom Bruno e Hiyori. Metade atualização do que mudou, metade perguntas abertas.
  • Atualização contínuaQuando a imigração muda uma regra, sai lá dentro. Um PDF comprado hoje pode estar errado amanhã.
  • Módulos novosO que for acrescentado durante o seu ano já faz parte do que você recebe.
O coração disso

Dúvida de imigrante não aparece em hora bonita.

Ela aparece no balcão da prefeitura. No meio de uma papelada. Sexta-feira, nove da noite. E você pensa: tá. E agora?

Existe uma diferença enorme entre perguntar para quem leu sobre uma coisa e perguntar para quem passou por ela seis meses atrás.

E tem outra coisa, que talvez seja a melhor de todas. Às vezes você nem sabe qual pergunta deveria fazer. Aí você lê a dúvida de outra pessoa e pensa: caramba, eu ia fazer exatamente isso. E evita um problema que ainda nem tinha acontecido com você.

Comparação

Por que nada disso resolve o que acontece depois que você desembarca.

Comparação entre o Viver no Japão e outras formas de buscar informação sobre morar no Japão
SoluçãoO que resolveO que falta
AgênciaEntrada, escola e documentação inicialA vida depois do embarque
EscolaJaponês e processo escolarTudo que acontece fora da sala de aula
YouTube e InstagramInformação gratuitaOrdem, contexto e continuidade
GoogleEncontra informaçãoVocê precisa saber o que procurar
Site oficialA fonte corretaNão organiza sua vida por você
Grupo de brasileirosDúvidas e experiênciasInformação desencontrada e sem curadoria
ConsultoriaResolve uma situação específicaCusta caro e pode criar dependência
Fazer sozinhoVocê aprende tudo na práticaO custo é tempo, dinheiro e erro
Viver no JapãoMétodo, comunidade, atualização e senpaiO objetivo é você aprender a se virar

A agência quer te colocar no Japão. O Viver no Japão quer te ajudar a construir uma vida que continue aqui.

Sobre Bruno Tesser

Ele não chegou ao Japão porque tinha o caminho pronto. Chegou porque se recusou a aceitar que a porta estava fechada.

Juntou dinheiro e foi para os Estados Unidos. Passou por New Jersey e Nova York, e percebeu que não era aquela a vida que procurava. Voltou ao Brasil, recomeçou do zero e tentou bolsa de estudo em três países.

Não passou na China. Não passou nos Estados Unidos. Passou na Rússia. E depois de quase um ano de espera, tradução juramentada e muito dinheiro gasto, descobriu que também não era ali que queria estar.

Foi então que descobriu, quase por acaso, algo que poderia ter mudado tudo anos antes: era possível ir para o Japão mesmo sem ser descendente.

Em abril de 2025, desembarcou no Japão sem ser descendente, sem família no país e sem ninguém esperando por ele.

Quero seguir o mesmo caminho

E foi aí que descobriu a parte que ninguém tinha ensinado.

Nos primeiros dias, tudo parecia extraordinário. Até uma formiga no chão chamava sua atenção. Depois da novidade, vieram as perguntas. Como abrir uma conta bancária. Como saber se aquela carta do correio é importante. Como falar na prefeitura. Como alugar uma casa sendo estrangeiro.

Para descobrir, precisou fazer tudo na prática. Foi à prefeitura, ao consulado, à imigração, ao banco, à imobiliária, à polícia e até ao corpo de bombeiros. Mudou de casa várias vezes. E, em menos de um ano, mudou seu status de residência de estudante para trabalho por conta própria, depois de perceber que não podia depender da escola para resolver aquilo por ele.

Mas o mais difícil não foi a papelada. Foi o medo constante de estar fazendo alguma coisa errada e não saber. Uma carta que chega, você não entende, e ela fica ali em cima da mesa te incomodando por dias. E a sensação de precisar pedir favor para tudo, até começar a se sentir peso na vida de alguém.

Ninguém atravessa o mundo inteiro para viver assim.

Ele começou a enxergar isso nas pessoas ao redor. Gente que chegava cheia de sonhos e ia embora meses depois. Não porque o Japão fosse ruim. Porque não tinha plano.

Elas não desistiram do Japão. Desistiram de viver num lugar onde não entendiam nada e não tinham ninguém para perguntar.

Hoje ele não faz isso sozinho. A Hiyori, sua esposa, é japonesa nativa. E é com ela que o Japão passa a ser enxergado pelos dois lados: o de quem chegou de fora e precisou aprender tudo apanhando, e o de quem nasceu dentro dessa cultura.

Um sabe exatamente onde o brasileiro tropeça, porque tropeçou em todas. A outra sabe o que o japonês pensou e não falou.

Bruno atua no nicho Japão desde o final de 2023, conhece o mercado por dentro por ter trabalhado em agência antes de morar aqui, e vive no Japão sob exatamente as mesmas regras que quem está planejando vir hoje vai enfrentar.

Ele não quer que você dependa dele para viver no Japão. Quer que você aprenda a se virar. E que, um dia, quando alguém chegar perdido do jeito que você um dia chegou, você seja a pessoa capaz de estender a mão.

O custo de não ter esse caminho

O seu visto tem um relógio.

Um visto de estudante de dois anos não tem quatro. Se você passa seis meses apenas descobrindo como as coisas funcionam, esses seis meses não voltam. São 25% do período.

Dinheiro você junta de novo. Prazo de visto, não.

Uma redução de seguro que você não sabia que existia. Uma pensão que poderia ter sido isenta. Um imposto que não entrou na conta. Uma inscrição perdida. Um currículo que nunca passa da primeira triagem. Uma decisão de moradia que custa milhares.

Um erro só, e qualquer um desses custa mais do que anos de assinatura.

Antes que você pergunte

O que provavelmente está passando pela sua cabeça agora.

"Mas eu encontro tudo isso de graça."

Sim. E essa é justamente a resposta. Nós também produzimos conteúdo gratuito e vamos continuar produzindo. A diferença é que informação gratuita chega em pedaços: você precisa descobrir o que procurar, em qual ordem, se ainda está atualizado e se aquilo se aplica à sua situação. Aqui a informação está organizada dentro de um método. E quando ela não resolve, você pergunta.

"Já estou no Japão. Ainda serve para mim?"

Serve, e talvez agora seja ainda mais importante. Metade da jornada acontece depois da chegada: direitos, permanência, código invisível, trabalho, faculdade, moradia, impostos, rotina, relacionamentos. E o relógio do seu visto já está andando.

"Ainda não decidi se vou."

Então não comece comprando a passagem. Comece descobrindo se faz sentido. A trilha Decisão existe para colocar número, prazo e consequência naquilo que hoje ainda é só sonho. E se a conclusão for que não vale a pena agora, isso também é uma vitória — muito melhor descobrir antes de gastar suas economias.

"Sou descendente. Isso é para mim?"

Descendência pode facilitar a entrada e a permanência. Mas não resolve prefeitura, banco, imobiliária, currículo, entrevista, hierarquia, etiqueta, idioma, faculdade, emprego nem vida cotidiana. Entrar é uma coisa. Permanecer é outra.

"Sou tímido. Comunidade não é para mim."

Tudo bem. Você não precisa falar o tempo inteiro. Pode ler, pesquisar, acompanhar uma conversa e descobrir a solução de um problema que ainda nem aconteceu com você. E quando precisar, sabe onde perguntar.

"Vocês fazem meu processo?"

Não, e isso é proposital. Não somos agência nem consultoria individual. Ninguém vai preencher documento por você, nem falar com imigração, escola ou prefeitura no seu lugar. Nós ensinamos você a entender o processo e tomar as próprias decisões.

Entre hoje

Viver no Japão

Acesso por 12 meses às trilhas, aos módulos, aos materiais, à comunidade, aos encontros ao vivo e a tudo que for acrescentado durante o seu ano.

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Não existe contador. Não existe "últimas vagas". O preço simplesmente vai subir conforme a comunidade crescer — e quem entra agora trava esse valor enquanto continuar dentro.

A assinatura é anual e renova automaticamente por R$ 497. Você recebe aviso por e-mail antes da cobrança e pode cancelar quando quiser, direto pela plataforma. Se cancelar e voltar depois, entra pelo preço vigente naquele momento.

Garantia

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Entre, conheça a comunidade, veja os módulos, faça as perguntas que quiser. Se em 7 dias não fizer sentido para você, peça o reembolso pela Hubla, sem precisar justificar nada.

Eu não quero o seu dinheiro se isso não for te servir.

Dúvidas frequentes

Perguntas que costumam aparecer.

É curso ou comunidade?
Os dois. Você tem módulos estruturados para aprender, comunidade para perguntar, encontros ao vivo para acompanhar mudanças, senpai para trocar experiência e atualização contínua. É uma assinatura anual de um lugar para aprender e viver melhor no Japão.
Quanto tempo eu preciso por semana?
Você não precisa transformar isso numa segunda faculdade. Os módulos são feitos para consulta. Você pode assistir quando tiver tempo, ou simplesmente entrar porque chegou uma carta na sua caixa de correio e você precisa descobrir o que fazer.
Quem responde minhas perguntas?
Bruno, naquilo que envolve a experiência dele e nos encontros. Hiyori, principalmente em idioma, cultura e leitura nativa. E os senpai e outros membros que já passaram por aquilo. A comunidade é ativa todos os dias. Não prometemos um prazo artificial de resposta, mas toda dúvida em aberto pode ser levada para o encontro ao vivo.
Vai entrar conteúdo novo?
Sim. Novas situações geram novas respostas, mudanças geram atualizações, e novos módulos entram ao longo do tempo. Quem entra hoje recebe o que já existe e também o que for acrescentado durante o ano.
Vocês indicam escola?
Não em troca de comissão. Não temos acordo com escola para empurrar matrícula. Você aprende como escolher, porque a escola precisa fazer sentido para o seu plano e não para o bolso de quem indicou.
E se a regra mudar?
Ela vai mudar. Essa é uma das razões para a comunidade existir. Parte do método é justamente aprender a acompanhar a fonte oficial da imigração japonesa. A diferença é que aqui você não precisa passar horas tentando descobrir se aquilo te afeta, quando começa e o que fazer a respeito.
O valor aumenta na renovação?
Não. Quem entra hoje mantém R$ 497 enquanto continuar assinando, mesmo que o preço suba para novos assinantes. Se cancelar e voltar depois, entra pelo preço vigente naquele momento.
E se eu não gostar?
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Uma última pergunta

Daqui a três anos, quando alguém perguntar como você conseguiu ficar no Japão, o que você quer responder?

"Eu fui descobrindo tudo sozinho no caminho."

"Eu sabia onde queria chegar. E fui construindo o caminho até lá."

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